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RELATÓRIO ANUAL 2001
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- Relatório
da Administração
RELATÓRIO DA ADMINISTRAÇÃO DE 2001 topo Aspectos de Mercado Em 2001, o preço médio de celulose de mercado no cenário mundial registrou uma redução abrupta de 29% quando comparamos com a média do ano 2000. O preço médio praticado CIF Europa foi de US$ 467/ton. enquanto que no ano 2000 este preço foi praticado a US$ 657/ton. Esta redução de preço deve-se praticamente a desaceleração da economia mundial, que ocasionou uma redução de consumo de papel aumentando assim os estoques mundiais, principalmente os estoques Norscan que chegaram a atingir, em meados de 2001, o patamar de 2 milhões de toneladas, bem acima do nível normal ( 1,6 milhões de toneladas). Desempenho Operacional A produção de celulose totalizou 326,3 mil toneladas de celulose de fibra curta branqueada, 35,2 mil tons. acima da realizada em 2000 que já tinha sido recorde histórico da empresa, conseqüência do intenso programa de Investimentos.
Através de um programa de investimento industrial, florestal, social e também na redução do impacto ambiental a Jari vem contribuindo com a preservação do meio ambiente. Em 2001, foram produzidas 326,3 mil toneladas de celulose ECF (Elemental Chlorine Free), correspondentes a 100% da produção total do ano, enquanto que no ano anterior, foram produzidas 178,3 mil toneladas de celulose ECF, o equivalente a 61 % do volume total. Desempenho Comercial Consolidado O volume total de vendas de celulose no ano de 2001 foi de 342,1mil toneladas de celulose comparado a 273,8 mil toneladas do exercício anterior, representando um crescimento de 25%. Deste total, 85,9% foi destinado à exportação, sendo a Europa o principal mercado da empresa, com 56% do volume vendido.
Os preços menores obtidos em 2001 refletem a queda no mercado internacional de celulose durante todo o exercício. Resultado Consolidado A empresa apresentou em 2001 um prejuízo de R$ 210,0 milhões contra R$ 288,8 milhões no ano anterior. Este resultado está afetado principalmente pelas despesas financeiras líquidas (R$ 256,7 milhões), como conseqüência da volatilidade do câmbio. Durante o exercício de 2000 foram contratadas empresas especializadas para o levantamento das contingências da Jari Celulose e suas controladas. O resultado atualizado desse levantamento está descrito na nota explicativa nš 12. Investimentos As inversões somaram US$ 31,8 milhões, comparados com US$ 37,4 milhões de 2000. A empresa está implementando um programa de investimentos visando recuperar o atraso ocasionado pela contenção de gastos imposta pela recente dificuldade financeira da empresa. Estrutura de Capital Consolidado A Jari Celulose encerrou o exercício com um endividamento consolidado de R$ 1.133,6 milhões. No primeiro trimestre de 2000, foi fechado um acordo de renegociação desta dívida, subordinando sua amortização à geração de caixa presumida da empresa para os próximos 11 anos. Por esta renegociação, está assegurada uma amortização mínima de 27% de seu valor, e o que não for possível pagar neste período por esta geração de caixa estará automaticamente quitado. Este acordo já conta com adesão de folgada maioria dos credores, sendo que há boas perspectivas de estendê-lo aos demais credores. Reestruturação Organizacional Em dezembro de 1998, a administração da Companhia transferiu as atividades operacionais da Jari Celulose S.A. para sua controlada integral Jarcel Celulose S.A. no propósito de preservar o negócio e para que fosse permitida a venda da empresa e reestruturação do passivo financeiro descoberto à época. Com a transferência do controle acionário, a equalização parcial do passivo financeiro (vide nota explicativa 8) e devido aos altos custos administrativos e fiscais, a atual administração decidiu pela a incorporação da Jarcel Celulose S.A. em Assembléia Geral Extraordinária realizada em 1o de novembro de 2001 Agradecimentos A Administração reconhece em seus colaboradores uma dedicação e empenho que têm sido capazes de superar os maiores desafios, como os que se apresentaram para nós. Agradece também o apoio recebido de fornecedores, prestadores de serviços, instituições financeiras, acionistas e comunidade. Monte Dourado, 19 de março de 2002. Conselho de Administração Sérgio Antônio Garcia Amoroso Diretoria José Cláudio Sardinha PARECER DOS AUDITORES INDEPENDENTES topo 19 de março de 2002 1. Examinamos os balanços patrimoniais da Jari Celulose S.A. e os balanços patrimoniais consolidados da Jari Celulose S.A. e suas controladas em 31 de dezembro de 2001 e de 2000 e as correspondentes demonstrações do resultado, das mutações do passivo a descoberto (2000 - patrimônio líquido) e das origens e aplicações de recursos da Jari Celulose S.A. e as correspondentes demonstrações consolidadas do resultado e das origens e aplicações de recursos dos exercícios findos nessas datas, elaborados sob a responsabilidade da administração da companhia. Nossa responsabilidade é a de emitir parecer sobre essas demonstrações financeiras. 2. Nossos exames foram conduzidos de acordo com as normas de auditoria aplicáveis no Brasil, que requerem que os exames sejam realizados com o objetivo de comprovar a adequada apresentação das demonstrações financeiras em todos os seus aspectos relevantes. Portanto, nossos exames compreenderam, entre outros procedimentos: (a) o planejamento dos trabalhos, considerando a relevância dos saldos, o volume de transações e os sistemas contábil e de controles internos das companhias, (b) a constatação, com base em testes, das evidências e dos registros que suportam os valores e as informações contábeis divulgados e (c) a avaliação das práticas e estimativas contábeis mais representativas adotadas pela administração da companhia, bem como da apresentação das demonstrações financeiras tomadas em conjunto. 3. Somos de parecer que as referidas demonstrações financeiras apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da Jari Celulose S.A. e da Jari Celulose S.A. e suas controladas em 31 de dezembro de 2001 e de 2000 e o resultado das operações, as mutações do passivo a descoberto (2000 - patrimônio líquido) e as origens e aplicações de recursos da Jari Celulose S.A. dos exercícios findos nessas datas, bem como o resultado consolidado das operações e as origens e aplicações de recursos consolidadas desses exercícios, de acordo com os princípios contábeis previstos na legislação societária brasileira. 4. Durante o exercício findo em 31 de dezembro de 2001, a Jari Celulose S.A. apurou um prejuízo de R$ 209.071 mil; havia acumulado, até essa data, prejuízos de R$ 1.101.412 mil, apresentou passivo a descoberto de R$ 206.486 mil e excesso de passivos sobre ativos circulantes de R$ 219.487 mil, o que denota a necessidade de obtenção de lucratividade futura e de ingresso de recursos sob a forma de capital e/ou de financiamentos de longo prazo. A companhia elaborou as demonstrações financeiras de 2001 de acordo com os princípios contábeis aplicáveis a empresas operando em regime normal e, conseqüentemente, essas demonstrações não contemplam os ajustes que poderiam vir a ser necessários se a companhia tivesse que realizar seu ativo e liquidar o passivo, obrigações contingentes e compromissos, de outra forma que não a do curso normal dos negócios e por valores diferentes dos contabilizados. Pricewaterhouse Coopers Auditores Independentes QUADRO
I - BALANÇO PATRIMONIAL
topo
QUADRO
II - DEMONSTRAÇÃO
DO RESULTADO
topo
QUADRO
III - DEMONSTRAÇÃO
DAS MUTAÇÕES DO PASSIVO A DESCOBERTO topo
QUADRO
IV - DEMONSTRAÇÃO DAS ORIGENS E APLICAÇÕES
DE RECURSOS
topo
NOTAS EXPLICATIVAS ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS topo 1 - Contexto Operacional A Jari Celulose S.A. tem como objeto social a produção e venda, principalmente para o mercado externo, de celulose branqueada, matéria-prima para a produção de papel, obtida de madeira cultivada, bem como a participação no capital de outras sociedades. Em Assembléia Geral Extraordinária realizada em 1o de novembro de 2001 foi aprovada a incorporação de sua controlada integral Jarcel Celulose S.A., cujo investimento nessa data montava a R$ 281.391 mil. O efeito da incorporação nas demonstrações financeiras foram os seguintes:
2- Principais Diretrizes Contábeis As demonstrações financeiras foram elaboradas de acordo com os princípios contábeis previstos na legislação societária brasileira, aplicáveis a empresas operando em regime normal. Os seguintes principais procedimentos foram adotados: I - Demonstrações Financeiras (a) Regime contábil - É adotado o de competência de exercícios.
(b) Estoques - São avaliados ao custo médio de aquisição ou produção, que não excede ao valor de reposição ou realização.
(c) Permanente - Demonstrado ao custo corrigido monetariamente até 31 de dezembro de 1995, combinado com os seguintes aspectos: . Investimentos - São avaliados
pelo método de equivalência patrimonial. Para os investimentos
em controladas que possuem passivo a descoberto foi constituída
provisão para perdas (Nota 5). (d) Direitos e obrigações sujeitas a cláusulas de correção - As obrigações por financiamento, os créditos por venda no mercado externo e os demais direitos e obrigações sujeitos a variações monetárias, são ajustados às taxas cambiais ou aos índices contratuais específicos vigentes, conforme seja aplicável. (e) Parada da fábrica - Os custos relativos à parada da fábrica para manutenção programada anual, acrescidos dos custos fixos referentes ao período da parada, são provisionados mensalmente e atribuídos aos custos da produção do ano.
II - Demonstrações Financeiras Consolidadas Estão sendo apresentadas demonstrações financeiras consolidadas, as quais foram elaboradas segundo critérios definidos na legislação das sociedades por ações e Instrução CVM 247/96. As empresas incluídas na consolidação e a participação da companhia nessas empresas são demonstradas abaixo
Nas demonstrações financeiras consolidadas são eliminados os investimentos, os resultados não realizados entre as empresas, os resultados das equivalências patrimoniais, as receitas e despesas por negócios realizados entre as empresas, os saldos entre as empresas nos ativos e passivos circulantes e de longo prazo, bem como é destacado o valor da participação dos minoritários no resultado e no patrimônio líquido consolidados.
3 - Impostos a Recuperar Referem-se, basicamente, a créditos fiscais não aproveitados de Impostos sobre Circulação de Mercadorias e Serviços - ICMS, no montante de R$ 14.731 mil, dos quais R$ 3.463 mil estão reconhecidos no curto prazo, e a crédito presumido sobre Imposto sobre Produtos Industrializados - IPI, no montante de R$ 6.205 mil, dos quais R$ 1.179 mil estão reconhecidos no curto prazo.
4
- Estoques
5
- INVESTIMENTOS EM EMPRESAS CONTROLADAS
6
- Transações e Saldos com Partes Relacionadas
7
- Imobilizado
8
- Financiamentos
Em novembro de 1996, a companhia interrompeu o pagamento da dívida junto às instituições financeiras. Entretanto, em 22 de fevereiro de 2000, foi assinado contrato de novação da divida subordinando sua amortização à geração de caixa presumida da empresa para os próximos 11 anos. Por essa renegociação está assegurada uma amortização mínima de 27% do seu valor, e o que não for possível pagar neste período pela geração de caixa, estará automaticamente quitado. No exercício corrente, foram pagos R$ 15.518 mil. Este acordo já conta com adesão de folgada maioria dos credores (81,63%), sendo que são boas as perspectivas de estendê-lo aos demais credores. Em decorrência do referido contrato serão encerrados os processos judiciais de cobrança em relação aos bancos que aderiram ou vierem a aderir ao acordo. O saldo devido às instituições bancárias que aderiram ao acordo de novação de dívida foi recalculado, de acordo com os parâmetros definidos no contrato, cujos efeitos foram lançados diretamente no resultado do exercício de 2000, no montante de aproximadamente R$ 71,3 milhões e estão apresentados na rubrica de despesas financeiras. O contrato de novação possui como garantia fiança assinada pelo acionista controlador.
9 - Patrimônio Líquido O capital social em 31 de dezembro de 2001 e 2000 é dividido em 2.945.484.105 ações sem valor nominal, todas nominativas, sendo 1.178.193.642 ações ordinárias e 1.767.290.463 ações preferenciais, das quais 316.620.000 da classe A, 1.135.653.034 da classe B e 315.017.429 da classe C. As ações preferenciais têm direito à participação integral nos lucros em igualdade de condições com as ações ordinárias, prioridade sobre as ações ordinárias no reembolso do capital no caso de liquidação da companhia e não têm direito a voto, exceto quanto: . A classe A, enquanto representar pelo menos um décimo do capital social, tem direito a eleger , em votação em separado, um ou dois membros do Conselho de Administração, caso seja composto de até cinco ou mais de cinco membros, respectivamente; e são, a qualquer tempo, conversíveis em ações ordinárias ou preferenciais classe B, a pedido dos acionistas. . A classe C, enquanto representar pelo menos um décimo do capital social, tem direito a eleger um membro do Conselho de Administração e um membro do Conselho Fiscal e seu suplente; e são, a qualquer tempo, conversíveis em preferenciais classe B, a pedido dos acionistas.
10
- Conciliação Eentre o Patrimônio Líquido (Passivo
a Descoberto) e o Pejuízo do Exercício da Controladora e
do Consolidado
11 - Imposto de Renda e Contribuição Social Sobre Lucro I. Prejuízos fiscais a compensar Em 31 de dezembro de 2001 a companhia apresenta prejuízos fiscais a compensar com lucros tributáveis futuros de R$ 978.664 mil (2000 - R$ 800.417mil). II. Base negativa de contribuição social a compensar Em 31 de dezembro de 2001 a companhia apresenta base negativa de contribuição social para compensação com bases positivas futuras de R$ 748.440 mil (2000 - R$ 579.503 mil). III. Encargos tributários sobre reserva de reavaliação Em 1993 foram reconhecidos os encargos tributários (Imposto de Renda e Contribuição Social sobre lucro líquido) de longo prazo incidentes sobre a reserva de reavaliação. A realização dessas obrigações ocorre pela depreciação dos respectivos ativos ou em eventuais baixas ou alienações. A Jari, por ter sido titular do programa Befiex anteriormente à data da publicação da Lei 8981/95, teve assegurado o seu direito de compensar, integralmente, os prejuízos fiscais nos termos da legislação do Befiex.
12 - Contigências Em 2000, a Companhia contratou empresa especializada com a finalidade de identificação e quantificar contingências diversas, da Jari e de suas controladas Conforme critérios definidos pelo IBRACON, a administração, com base na opinião dos seus consultores jurídicos, classificou as contingências identificadas em três grupos, tendo em vista a perspectivas de perdas futuras: prováveis, possíveis e remontas Em 31 de dezembro de 2001 a posição atualizada dessas contingências cujas probabilidades de perda foram consideradas como prováveis, totalizaram R$ 93.025 mil (2000 - R$ 102.708 mil), sendo R$ 90.091 mil (2000 - R$ 70.650 mil) na Jari Celulose S.A. e R$ 2.934 mil (2000 R$ - 32.057 mil) em suas controladas, estando apresentadas nas rubricas Provisão para contingências e Outras despesas operacionais no passivo exigível a longo prazo e no resultado do exercício, respectivamente. As contingências cujas probabilidades de perda foram consideradas como possíveis montam a R$ 41 milhões, sendo R$ 40 milhões na Jari Celulose S.A. e R$ 1 milhão nas suas controladoras.
13 - Instrumentos Financeiros (a) Considerações gerais - A Companhia está exposta ao risco de mercado devido a cenário macro econômico que impacta diretamente os preços do mercado internacional de celulose e papel e a volatilidade cambial. (b) Risco de preço - A Jari por ser exportadora de celulose de mercado está exposta às grandes oscilações de preços que vem ocorrendo no setor em função da oscilação do estoque mundial, novas capacidades entrando no mercado e da produção mundial de papel. O preço lista da celulose de eucalipto de mercado no norte da Europa variou de US$ 970/ tons (outubro de 1995) a US$ 380/ tons (agosto de 2001). Em dezembro de 2001 o preço foi de US$ 420/ tons. (c) Risco da taxa de cambio - O risco cambial da Jari é bastante reduzido devido principalmente à concentração das vendas no mercado externo e que grande parte dos custos estarem atrelados ao real. Apesar de 81,63% da divida estar atrelada ao dólar norte americano, isso não representa risco cambial devido a amortização da divida estar subordinada a geração de caixa.(vida nota 8). (d) valor de mercado dos instrumentos financeiros - Parte significativa dos empréstimos e financiamentos mantidos pela Jari Celulose S.A. e suas controladas em 31 dezembro de 2001 possui cláusulas específicas quanto aos prazos e condições de amortização, de acordo com o contrato de novação da dívida assinado em 22 de fevereiro de 2000 conforme comentado na Nota 8. Os demais ativos e passivos monetários estão contabilizados a valores aproximados de seus valores de mercado.
14 - Outras Garantias e Responsabilidades Diversos imóveis da companhia foram penhorados ou arrestados por bancos, que não aderiram ao acordo de novação da dívida, em processo de cobrança dos empréstimos.
15 - Cobertura de Seguros A administração da companhia entende que a cobertura de seguros adotada é suficiente para fazer face a possíveis perdas que possam decorrer de quaisquer sinistros.
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| topo | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||